Participantes do simpósio optimistas em relação a descobrirem o primeiro tratamento para a ataxia de Friedreich

Notícia gentilmente cedida por Juan Carlos Baiges através da Internaf e FAPG

História de Anne DeLotto Baier e fotografias de Eric Younghans, USF Health Communications

Resumo para BabelFAmily: Fátima d’Oliveira

30/08/2010 – Com todos os significativos avanços científicos apresentados, no final do simpósio foram as pessoas com ataxia de Friedreich que deram valor e significado à pesquisa.
Foram pessoas como Holly LeBlanc, que durante oito meses viajou entre Holland (Michigan, EUA) e a USF, a fim de participar num ensaio clínico piloto, para testar os efeitos da vareniclina nos sintomas neurológicos da ataxia de Friedreich. Ela voltou em 26/08, juntamente com a sua mãe e a sua cadela de auxílio, Delsie, para estar presente no Segundo Simpósio Científico Anual realizado pela Aliança para a Investigação da Ataxia de Friedreich (FARA – Friedreich’s Ataxia Research Alliance) e pelo Centro de Investigação da Ataxia USF. No seguimento do ano anterior, o “Cultivando uma Cura” atraiu cientistas, clínicos e pacientes de todo o país.

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Desenvolvimento de uma potencial terapia para a ataxia de Friedreich, com base na transdução da proteína frataxina na mitocôndria

Prof. Jacques P. TremblayResumo para BabelFAmily: Fátima d’Oliveira

A CAFA ESTÁ A LANÇAR UM PROJECTO DE INVESTIGAÇÃO DE GRANDE  ENVERGADURA

25/08/2010 - A ataxia de Friedreich é causada por uma mutação do gene frataxina. Esta mutação provoca uma diminuição na produção de frataxina em todas as células do paciente. A frataxina desempenha um papel importante no metabolismo do ferro a nível mitocondrial e a sua redução ocasiona a morte de muitas células no cérebro, coração, músculos e pâncreas. Esta morte celular é responsável pelos muitos sintomas da doença.
O objectivo deste projecto de pesquisa é o desenvolvimento de uma terapia para a ataxia de Friedreich, visando a verdadeira causa da doença: a redução de frataxina.

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Acelerando os progressos: Encontro sobre modelos celulares e terapia celular da AF

Por Bronya Keats (FARA)

Resumo para BabelFAmily: Manuela Andrade

Uma tremenda excitação está a tomar conta de toda a comunidade científica como resultado do desenvolvimento do que é conhecido como células estaminais pluripotentes induzidas (iPS). Essas células têm muitas das propriedades das células estaminais embrionárias, mas uma grande vantagem das células iPS é que elas podem ser obtidas de fontes como a pele. Basicamente, as células são reprogramadas em células iPS através do excesso de expressão de determinados genes, e essas células são capazes de se tornar praticamente qualquer tipo de célula no corpo. Os investigadores já estão a gerar linhagens de células iPS a partir de biópsias de pele de pessoas com AF, e um rápido progresso está sendo feito com a diferenciação destas células em células neuronais e cardíacas. 

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As minhas primeiras férias “BabelTravels”

Da esquerda para a direita: Laurent Champsaur, Gian Piero Sommaruga e Henriette ChampsaurPor Gian Piero Sommaruga

Tradução para BabelFAmily: Fátima d’Oliveira

Milão, 19/08/2010 – Caros amigos, gostaria de partilhar convosco uma breve mas gratificante experiência que tive a oportunidade de viver, graças a uma amiga francesa, Henriette Champsaur, que tem trabalhado com a BabelFamily na qualidade de tradutora voluntária, há aproximadamente três anos. A Henriette convidou-me a passar alguns dias na casa da família dela em Gap, uma pequena cidade na região de Hautes Alpes (Alpes), no sudeste de França. Após anos de troca de e-mails e longas conversas ao telefone, finalmente tivemos a oportunidade de nos conhecer pessoalmente, nos primeiros dias de Agosto. Tive também o prazer de conhecer o seu marido, Laurent, uma pessoa muito simpática mas algo reservada: demo-nos logo bem, pois eu também não sou grande falador.
Eu estava absolutamente encantado com o esplendor da paisagem montanhosa ao redor de Gap, que tive o prazer de visitar e fotografar, nos nossos vários longos passeios de carro. Eu já não ia às montanhas há mais de 20 anos, por isso foi realmente maravilhoso redescobrir a beleza da paisagem. À noite, quando regressávamos, normalmente ficávamos no jardim com Lana e Flora, a gata e a cadela da família.

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Entrevista de Paul Marcotte (FARA) ao Dr. Joel Gottesfeld

Dr. Joel GottesfeldResumo para BabelFAmily: Fátima d’Oliveira

O Dr. Joel Gottesfeld é um dos mais destacados investigadores, a nível mundial, na busca de uma cura para a ataxia de Friedreich. O Dr. Joel Gottesfeld é professor no Departamento de Biologia Molecular no Instituto de Pesquisa “The Scripps”, em La Jolla, Califórnia, EUA. O seu laboratório focou-se numa área de investigação muito prometedora: a identificação de inibidores histónicos decetilásicos que revertam o gene silenciador da frataxina. A investigação conduzida pelo seu laboratório encontra-se na base dos compostos que estão agora a ser desenvolvidos pela Repligen Corporation como um possível tratamento futuro para a ataxia de Friedreich.

Como é que se viu envolvido na investigação da FA (ataxia de Friedreich)?
A resposta curta: por acaso! Eu sou um dos Editores Associados do Jornal de Química Biológica e em 2003 recebi um trabalho, submetido ao jornal por Bob Wells e colegas, descrevendo a pouco usual adaptação do ADN, que a repetição GAA pode adoptar dentro do gene da frataxina. 

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BabelTravels

- Angariar fundos para a investigação biomédica para a Ataxia de Friedreich;
- Entrar em contacto com outras pessoas na comunidade ataxica ;
- Viagens para outros países .
Como é possível realizar todas as três ao mesmo tempo? BABELTRAVELS é a resposta. Clique aqui para saberes mais! 

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